A vida de Santa Helena
Helena nasceu por volta da metade do século III, provavelmente em ambiente humilde, e tornou-se mãe do imperador Constantino. Sua trajetória atravessou as grandes mudanças que levaram o cristianismo de religião perseguida a fé publicamente reconhecida no Império Romano. Já idosa, recebeu o título de Augusta e usou sua posição para favorecer obras de caridade e a construção de igrejas.
Peregrina na Terra Santa
Por volta de 326, Helena viajou à Palestina. A tradição liga sua presença à identificação dos lugares da paixão e da ressurreição de Jesus e à descoberta da verdadeira Cruz. Sob o patrocínio imperial foram erguidos grandes santuários, entre eles a basílica do Santo Sepulcro, que preservaram para gerações de peregrinos a memória dos acontecimentos do Evangelho.
O poder colocado a serviço da fé
Os detalhes da descoberta da Cruz foram enriquecidos pela tradição ao longo dos séculos, mas é segura a importância de Helena como peregrina e benfeitora. Ela morreu por volta de 330. Sua imagem, quase sempre acompanhada da Cruz, recorda que prestígio e recursos encontram seu melhor sentido quando são usados para servir, reparar e conduzir as pessoas ao mistério de Cristo.