A vida de Martírio de São João Batista
João Batista preparou o caminho para Jesus chamando o povo à conversão e ao Batismo. Sua pregação não poupava os poderosos. Ele denunciou publicamente a união de Herodes Antipas com Herodíades, mulher de seu irmão, e por isso foi preso. Herodes temia João e, ao mesmo tempo, gostava de ouvi-lo, retrato de uma consciência dividida entre a verdade e a conveniência.
Uma promessa feita diante dos convidados
Durante um banquete, a filha de Herodíades dançou e agradou a Herodes, que prometeu conceder-lhe o que pedisse. Orientada pela mãe, ela solicitou a cabeça de João Batista. O governante ficou perturbado, mas preferiu preservar a própria imagem diante dos convidados a proteger um inocente. Ordenou então a execução do profeta na prisão.
A voz que não negociou a verdade
João já havia resumido sua missão dizendo a respeito de Cristo: “É necessário que Ele cresça e eu diminua”. Seu martírio levou essa entrega ao extremo. A festa denuncia a covardia que nasce do orgulho e recorda que a verdade não deixa de ser verdade quando custa caro. João morre, mas sua voz continua preparando corações para reconhecer o Cordeiro de Deus.